[ Amazonas ]
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“Uma fronteira, por definição, caracteriza um limite, uma borda. Dentro dessa lógica, um litoral se constitui como estrutura de fronteiras negociáveis, de limites indeterminados. No litoral, sabe-se precisamente o que é continente e o que é mar, mas o espaço comum entre eles se refaz a todo instante a partir do movimento das marés.
Para articular espaços livres nos domínios público e privado e entre futuras transformações da quadra, propomos que o edifício seja implantado junto à rua Amazonas, de modo a liberar uma praça-jardim no interior do lote, acessado a partir da rua Mato Grosso.”
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“Desse modo, o edifício se desenvolve na forma de um “L” com uma volumetria entrecortada como um litoral, possibilitando ventilação cruzada em todas as unidades. Os materiais metálicos de revestimento remetem à antiga siderúrgica e fazem da memória um caráter imanente do edifício, seguindo o movimento atemporal de uma maré verde-jardim.”- Ateliê 01


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Arquitetos, artistas visuais, ouvintes atentos de MPB, pilotos de fim de semana, olhares por trás da lente, amantes de trilhas e feirinhas com história. Somos detalhes que contam.
